Beto Carrero para crianças (e adultos)

Fui com meus afilhados Carol e Thales para Florianópolis e, de lá, passamos um dia no Beto Carrero World, parque cheio de atrações para crianças de todas as idades, de 0 a 100 anos ou mais. Foi o primeiro #viajandocomosafilhados de muitos que ainda virão! o/

O traslado Floripa-Beto Carrero-Floripa já estava previamente comprado, mas, chegando lá, descobri que é possível fazer isso na hora, direto na recepção do hotel. De qualquer forma, continuo sendo mais adepta de já viajar com tudo organizado, ainda mais com crianças. Isso evita burocracia, espera, coisas que elas não costumam ter muita paciência para esperar. Fora a possibilidade de algo não dar certo. Prefiro me precaver.

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Tudo acertado, saímos de Floripa cedinho e passamos o dia todo no Beto Carrero. Sabe quando você volta a ser criança? Então, foi mais ou menos assim…eu

 

De Florianópolis ao Beto Carrero

Chegamos por volta das 10h (o parque abre às 9h) e só fomos embora quando fechou, às 19h. Conseguimos ir em todos os brinquedos que queríamos. Só faltou o passeio de bondinho, que deixamos para o fim da tarde, quando o tempo virou e, por causa do vento, não estavam mais funcionando.

Mas nada que diminuísse as delícias desse dia, que começa com a visão incrível de um castelo todo colorido, dentro do qual o mundo mágico existe.castelo

A primeira dica é pegar um mapa e, antes de começar a andar, decidir mais ou menos o que quer fazer. Assim é possível traçar um roteiro mais otimizado, sem perder muito tempo indo de um lado para outro, porque o parque é bem grande! Fizemos isso, colocando as atrações que ficavam próximas seguidas umas das outras e, só depois, indo para outra área.

Brinquedos preferidos no Beto Carrero

– Crazy River: É o rio do filme Madagascar, com uma correnteza que balança de um lado pro outro o carrinho onde as pessoas estão, além de uma aguinha jogada de cima pelos macacos (de mentira). Divertido. E molha um pouquinho.

– Tibum: Esse sim molha muito. É bom levar uma muda de roupa na mochila que, por sua vez, deve ficar bem escondida e protegida, senão vai molhar também. É muita água que vem com tudo enquanto o carrinho desce em alta velocidade. É muito engraçado, demos muita risada!molhados

– Free Fall: É como um elevador que despenca, só que não fechado. Quando as cadeiras começaram a subir já foi dando um frio na barriga inexplicável. Quando desceram, em alta velocidade, g-zus! O coração sai pela boca.

– Raskapuska: Tranquilinho e fofo, é uma espécie de barquinho num tronco de árvore, que entra dentro de uma “montanha mágica” e vai passando por cenários como castelos, Branca de Neve e os Sete Anões, entre outros.

– Zoológico: Há diversos animais (ah, não brinca!), sendo os répteis em um local separado, pq ninguém é obrigado, né? Há também cavalos em baias e pôneis nos quais as crianças podem andar.

– Fire: É a maior montanha russa da América Latina. A Carol quis ir, mas eu não fui porque tive medo tive que ficar com o Thales, que não tinha a altura mínima exigida no brinquedo.fire

– Trenzinho: Em Minas a gente chama de “trenzinho da alegria”. O do Beto Carrero faz um passeio por uma reserva ecológica que faz parte do parque. No meio do trajeto, o público é surpreendido por “assaltantes” que, armados, surgem em cavalos pretos para nos render. Até que Beto Carrero aparece em seu cavalo branco e salva a todos.

Entre um brinquedo e outro, há muitas atrações, esculturas de personagens e animais, dá para entrar na boca do leão ou do tubarão, subir no navio pirata, andar de pedalinho na lagoa, passar pelos índios e váaaarias outras aventuras, além de brinquedos mais tranquilos como carrossel e carrinho que bate-bate.

Outras atrações

Assistimos a dois shows. O primeiro, “Excalibur”, é na hora do almoço. O ingresso é pago a parte e inclui a refeição, que é bem farta. Durante o espetáculo, cavaleiros lutam numa arena. Cada um deles se veste de uma cor e, dependendo do local onde cada pessoa está sentada, as torcidas são definidas.excal

 

A nossa era para o branco e preto. Todo mundo ganha uma coroa, para entrar no clima. Superbem-feito, mas, particularmente, achei inadequado para o momento do almoço. Durante as lutas, o sangue (ok, cenográfico, mas mesmo assim) esquicha dos cavaleiros, alguns caem mortos (Thales inclusive me perguntou, assustado, se eles estavam morrendo de verdade). Pasmo com o show, ele sequer tocou na comida!

O outro, no fim do dia, foi “O sonho do cowboy”. É meio que um musical que se passa no Velho Oeste.cowboy

 

Tem um cenário lindo e personagens como dançarinas de cancan, anões, vilões e, claro, o mocinho que, no caso, é o próprio Beto Carrero (o próprio, porém não o original, que faleceu há alguns anos; mas sim um novo artista que assumiu o personagem e o substitui de forma fixa) e seu inseparável cavalo Faísca (esse sim, dizem que é o original, que até teria entrado em depressão após a perda do dono, mas me pareceu muito bem, obrigado).personagens

Há também o aparecimento de personagens de filmes, como Shrek e Madagascar. Eles surgem algumas vezes ao dia, em horários marcados e locais específicos.

Para vê-los, organiza-se uma fila e permitem tirar uma foto por família.

O momento em que o Thales voltou de forma espontânea para abraçar mais uma vez o Lêmure (“Eu me remexo muito. Remexo, muito!”) foi o mais emocionante para mim. Ele havia embarcado no meu sonho, que certamente foi também o sonho – agora realizado – dele e da Carol.

 

Para ler ouvindo:

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