Check-in do mês – #1 Agosto/16

Tem novidade no blog! Criei esta sessão “Check-in” para poder falar de outros assuntos que não sejam só as dicas de viagem, mas que também fazem parte da minha vida e do meu dia a dia. A ideia aqui é que seja um post mais pessoal, para contar um pouco mais das minhas preferências, mostrando a cada mês o que ando lendo, vendo, ouvindo, fazendo, o que está me inspirando…

Na playlist

Meu afilhado de 10 anos pediu para mexer no meu celular e foi direto para o YouTube procurar a música do Coldplay que toca na novela “Haja Coração”. Eu nem sou muito ligada em música internacional, mas Coldplay é uma das bandas que curto. Até já tinha ouvido essa música – Hymn for the weekend – mas nunca tinha visto o clipe, que foi gravado na Índia. Além das imagens lindas do tradicional e coloridíssimo festival Holi, tem a participação da Beyoncé caracterizada como uma diva de Bollywood. Tô viciada!

Na telinha

Agosto foi 100% Olimpíadas. Qualquer disputa, lá estava eu colada na TV torcendo… Dormia tarde, acordava cedo e, no meio disso tudo, ainda trabalhava (e muito!) e infartava (às vezes). Assisti desde os mais tradicionais, como futebol e vôlei, até os desconhecidos por mim – de repente me vi emocionada em uma luta de boxe!!! Fora que cada país novo que aparecia eu ia pesquisar e ficava louca de vontade de conhecer.

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Na cabeceira

Adoro as crônicas da Martha Medeiros. E gosto muito de livros de crônicas porque dá pra ler simultanamente a outros livros (sou dessas) sem confundir as histórias. O mais recente dela que li foi “Um lugar na janela” (Editora L&PM) , com relatos de viagem. Não são dicas nem é um livro turístico, mas sim os diários de bordo contando as experiências, as alegrias e os perrengues vividos em diferentes lugares do mundo, desde as viagens que fez na adolescência até as mais atuais. Achei ótimo, o tipo de história que curto ler. Recomendo!

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Na mídia

Um texto que li esse mês e achei bem interessante foi na coluna da Ruth Manus no jornal O Estado de São Paulo, que fala sobre sucesso profissional, questiona os julgamentos que muitas vezes a gente faz e propõe algumas reflexões. Um trechinho: “Não está na hora de aceitarmos que, se alguém quiser ser CEO de multinacional tudo bem, se quiser trabalhar num café tudo bem, se quiser ser professor de matemática tudo bem, se quiser ser um eterno estudante tudo bem, se quiser fazer brigadeiro para festas tudo bem? Afinal, qual o modelo de sucesso da nossa geração? Será que vamos continuar nos iludindo achando que nossa geração também consegue medir sucesso por conta bancária? Ou o sucesso, para nós, está naquela pessoa de rosto corado e de escolhas felizes? Será que sucesso é ter dinheiro sobrando e tempo faltando ou dinheiro curto e cerveja gelada? Apartamento fantástico e colesterol alto ou casinha alugada e horta na janela?” (Link na íntegra aqui).

Na mesa

Formiga que sou, vou começar logo pela sobremesa: o Picolé do Amado, que conheci em São João del Rey por indicação da Flávia, do AZ Hostel, onde fiquei hospedada. Tão bom – e uma história tão bacana – que em breve vou fazer um post só pra ele. O senhor Amado, criador da sorveteria, já é falecido e hoje seus filhos e netos tocam o negócio. A loja principal fica na Rua José Leite de Andrade, 28 (que faz esquina com o posto de gasolina em frente à estação do trem), mas há outras tanto em SJDR como na vizinha Tiradentes. Cada um custa R$ 3,00 . De cara eu provei três (desconheço limites): o de coco com leite condensado, o de mousse de limão e o de abacate, que é o carro-chefe da casa. Tudo feito de forma artesanal.

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Na necessaire

Alérgicos me entenderão: como viajar/viver sem um Rinossoro, gente? Ainda mais nesse tempo seco, ainda mais que em agosto fui pra Minas, onde a umidade é bem escassa nessa época. Sem ele eu não respiro! Meu kit sobrevivência tem ainda o bom e velho Creme Nívea do potinho azul, que passo para hidratar os lábios.

Outras coisinhas que gosto sempre de ter são os lencinhos, como o demaquilante da Nívea que é 3 em 1 – limpa, revitaliza e hidrata (mesmo que não tenha usado maquiagem, gosto para passar no rosto antes de dormir) e o removedor de esmaltes da Océane (pavor quando o esmalte começa a descascar, preciso tirar logo, e não dá pra ficar levando acetona e algodão pra todo lado, né?). São práticos de carregar e de usar e megaúteis!

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Na mala

Na mala e na vida, sapatilha é item essencial, independente do destino! Apesar de amar sapatos, em viagens tento levar o mínimo possível – geralmente vou com um tênis e levo outra opção, que no inverno pode ser uma bota, mas, no geral, é sempre uma sapatilha. Fico em choque quando vejo umas pessoas de scarpin embarcando para viagens longas… rs A paixãozinha do momento é essa da Soulier, que é toda confortável, linda, combina com tudo, dá uma carinha mais arrumada ao look, além de ter sido um achado (R$ 49,90 no site, dá pra acreditar?)

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E independente do destino e do clima, uma coisa que não abro mão é um lenço/echarpe – é leve, cabe em qualquer canto e quebra um galho se bater um ventinho ou mesmo se o ar condicionado do avião estiver frio demais. Os coloridos ajudam a dar uma variada no visual, mas o que não sai da minha bolsa é o preto, basicão, não tem erro!

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Na wishlist

Aqui vale falar de um destino, um objeto, enfim, tudo o que entra na minha listinha de desejos. E, diga-se de passagem, ela é enorme! Escolhi começar por uma saudade que anda me perseguindo: o perfume Light Blue, de Dolce & Gabbana. Já tive há um tempo, acabou, fiquei usando outros, mas agora me deu vontade de voltar a ele. Só não comprei ainda porque estou esperando passar pelo freeshop (em breve, oba!).

(Foto: reprodução do site dolceegabbana.com)

(Foto: reprodução do site dolceegabbana.com)

Feliz por…

Uma série de motivos fez com que eu optasse por não ficar no Rio de Janeiro durante a Olimpíada. Mas calma, não foi esse o motivo da felicidade, pelo contrário! Eu comecei a ver as competições pela TV e foi dando uma vontade enorme de acompanhar algo de perto. Até que descobri que ia ter um jogo de futebol feminino no Mineirão e, melhor ainda, seria da seleção brasileira!!! Vocês nem imaginam como eu amei ver ao vivo essas mulheres guerreiras. Adoro futebol e, desde o início dos jogos, as meninas vinham se destacando e conquistando a torcida, o que deu um sabor especial ao jogo – que acabou indo para os pênaltis e quase me matou do coração, mas tudo terminou bem com o Brasil vencendo e se classificando. Emocionante!

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Inspiração

E por falar em Olimpíada… os atletas brasileiros despertaram em mim sentimentos que eu nem sabia que tinha e ainda não sei como denominar. Em especial o canoísta Isaquias Queiroz, a judoca Rafaela Silva, o pugilista Robson Conceição e o saltador Thiago Braz. Pessoas de origem humilde que, graças a projetos sociais em suas cidades/bairros, começaram a praticar seus esportes. E agora se tornaram ídolos, sem perder a essência simples. Fiquei apaixonada por eles. São histórias de vida lindas, que mostram como uma oportunidade pode transformar a vida das pessoas. Que eles possam inspirar mais e mais gente!!!

Para ler meu check-in dos outros meses clique aqui.

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