Memorial 11 de setembro em Nova York

Logo após os atentados terroristas de 11 de setembro, em 2001, quando aviões derrubaram as duas torres do World Trade Center, em Nova York, matando cerca de três mil pessoas, os Estados Unidos planejaram construir no local um memorial para lembrar as vítimas e os envolvidos nos resgates, além de transmitir esperança e paz aos americanos.

Mas a inauguração só aconteceu exatos 10 anos depois, em 2011. Depois, em 2014, foi inaugurado também um museu, onde ficam peças e documentos retirados dos escombros do atentado, além de doações particulares dos familiares das vítimas. E uma instalação com fotos das vítimas, na qual basta clicar nos rostos para ter informações sobre quem eram.

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Quando fui a Nova York visitei o Memorial 11 de Setembro, que é aberto ao público e fica em uma praça nas esquinas das ruas Albany Street e Greenwich Street. Já o Museu, que fica do lado, não tive coragem. Acho que deve ser muito pesado, muito mórbido. Claro que também deve ser muito interessante, mas não é pra mim.

Só de chegar ao local do Memorial já desabei a chorar. Muito. É uma sensação angustiante olhar para os lados, lembrar das imagens da TV e pensar em tudo o que aconteceu ali. Mas, apesar dos pesares, é esteticamente muito bonito e interessante.

memorial-11-de-setembro-ny-nomesNos pontos exatos onde ficavam os dois prédios, hoje existem duas enormes piscinas quadradas, com quedas d’água que escorrem para o centro e o nome de todas as vítimas gravados nas bordas de bronze, onde familiares deixam flores. Quando eu estava lá vi uma criança fazendo isso e desabei! Não tem como a emoção não falar mais alto.

memorial-11-de-setembro-ny-predioFoi construído também um alto prédio, não mais dois, e não tão alto quanto os antigos, o One World Trade Center, de onde se tem um observatório no topo. São 104 andares, ou 1776 pés (o equivalente a cerca de 541 metros, incluindo a antena), simbolizando o ano de 1776, quando o Congresso dos Estados Unidos aceitou a declaração de independência.

Apesar de ser um lugar sempre cheio de gente, de ter realmente se transformado num ponto turístico, é silencioso, triste, impactante mesmo.

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