O Rio de Janeiro, Fevereiro e Março

Na primeira vez que vim turisticamente, desbravei a cidade em apenas três dias. Dá para ver tudo? Não, óbvio que não! Mas dá para fazer muita coisa até mesmo em um único fim de semana no Rio de Janeiro, desde que você esteja disposto.

Tem gente que prefere passar o dia todo na praia, o que é certamente uma delícia, mas, se o tempo é curto e a ideia é conhecer o máximo possível, tenho algumas sugestões e alguns alertas. O primeiro deles é: esqueça a fama de cidade perigosíssima que a mídia enfiou na sua cabeça durante anos a fio. O perigo existe como em tantas outras cidades e, posso apostar, você vai se surpreender ao ver que o Rio não é uma troca de tiros constante por todas as ruas. O segundo alerta é que os 40 graus de temperatura são reais, caso esteja um dia ameno, e não há nada que se possa fazer, a não ser hidratação e protetor solar, certo? O terceiro alerta é que o Rio também não é uma circulação constante de famosos pelas ruas. Sorry, mas a possibilidade de você cruzar com o Manoel Carlos no Leblon, com a Luana Piovani levando o pequeno baby para brincar nas areias de Ipanema, ou com a Narcisa Tamborindeguy jogando notas de R$ 100,00 da janela do apartamento no Edifício Chopin, em Copacabana, é tipo nula. Concentre-se, portanto, no que a cidade tem de melhor para te oferecer: os lugares maravilhosos, cheios de encantos mil, que são clichês sim, mas quem resiste? #PartiuRio

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Pontos turísticos do Rio de Janeiro

Dia 1:
– Cristo Redentor:
Dispensa apresentações, né? Ponto mais famoso da cidade e uma das sete maravilhas do mundo moderno, o Cristo é um passeio imperdível. Eu começaria logo por lá! Para evitar perder tempo na fila, a dica é comprar antes seu ingresso pelo site do Corcovado e já agende o horário. Mesmo assim, lá em cima vai estar lotado. Selfie só com o Cristo, sem pelo menos uns 50 coadjuvantes, não rola.

Copacabana: Faça uma caminhada pelo calçadão, pare para tomar água de coco, tire fotos em frente ao Copacabana Palace (atura da Rua Rodolfo Dantas), com a estátua do Carlos Drummond de Andrade (altura da Rua Rainha Elizabeth) e com ângulos que mostrem o Pão de Açúcar ao fundo.rio

– Forte de Copacabana: Ótima pedida para um café completo na Confeitaria Colombo, mas fica muito cheio e o atendimento demora horrores (#prontofalei). Mas o passeio pelo Forte de Copacabana vale a pena, além de ter mais uma vista linda para apreciar e fotografar.

Maracanã: Para quem gosta de futebol, sugiro trocar o passeio no Forte por uma visita guiada, afinal, o Estádio do Maracanã é o maior templo do esporte no mundo. Dependendo do dia, pode ser que tenha algum jogo, o que também é uma ótima pedida.

Arpoador: Logo depois do Forte fica a pedra do Arpoador, que marca o início da praia de Ipanema. O pôr do sol de lá é, literalmente, digno de aplausos.

Lapa: Noite mais tradicional da cidade, tem opções para todos os gostos. Do mais alternativo ao mais arrumadinho, do samba de raiz ao rock n’roll, do buteco pé sujo ao restaurante ‘phyno’. Escolha seu preferido (se a ideia é acordar cedo para aproveitar o dia seguinte, pegue uma opção mais light, como bar com música ao vivo, por exemplo). E não se esqueça de tirar fotos com os Arcos da Lapa ao fundo.

Dia 2:
– Pão de Açúcar:
O passeio de bondinho, que sobe primeiro até o Morro da Urca e, depois, até o Pão de Açúcar (o mais alto), vale por si só. Ninguém precisa saber que da primeira vez chorei de medo, né? Ótimo. Lá de cima dá para ter uma vista incrível de toda a baía de Guanabara. Também é recomendável comprar o ingresso antes no site do Bondinho.

Ipanema e Leblon: As duas praias são, na verdade, uma só. Vale parar um pouco para sentar na areia, entrar na água, experimentar o tradicional Biscoito Globo, ou mesmo fazer mais uma caminhada e tomar uma água de coco.

Lagoa Rodrigo de Freitas: De Ipanema, na altura da Rua Vinícius de Morais, dá para ir a pé. Dica: pare no tradicional bar Garota de Ipanema para almoçar. Depois siga até a Lagoa e dê uma volta de pedalinho.

Vai ficar mais tempo? Tem o Aterro do Flamengo, o Centro Histórico, as quadras de Escolas de Samba, a Pedra da Gávea, as praias da Barra e do Recreio, o Jardim Botânico com as palmeiras imperiais, que são sua ‘marca registrada’, a barca Rio-Niterói e, de lá da ‘poça’, o Museu de Arte Contemporânea…

Para ler ouvindo:

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