O melhor de Curitiba em 3 dias: cidade que funciona e encanta!

Se fosse para resumir Curitiba em uma frase, eu diria que é uma cidade que funciona. Não sei exatamente o que eu quero dizer com isso, tampouco sei explicar os porquês, mas foi o que me pareceu. É daqueles lugares que você se encanta e pensa que, talvez, deveria ficar morando por lá… Não fiquei. Mas basta alguém falar que está indo (ou querendo ir) conhecer Curitiba que eu fico empolgadíssima botando pilha e compartilhando todas as minhas dicas.

Eu fiquei lá basicamente três dias (foram cinco, mas no primeiro cheguei já no fim da tarde e, no quinto, vim embora pela manhã). Fiquei hospedada em um quarto individual no Roma Hostel, que indico muito. A localização facilitou muito na hora de turistar e ainda tinha um shopping ótimo praticamente em frente, o que é uma praticidade. Ah, e foi lá que conheci as paletas mexicanas, quando ainda não tinham chegado ao Rio de Janeiro nem virado uma febre nacional. Mas vamos ao que interessa: os passeios!

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Pontos turísticos de Curitiba

Dos três dias que fiquei na cidade, um tirei para o passeio de trem de Curitiba para Morretes. Nos dois restantes, em um fiz a parte mais central – esse trajeto que indico aqui dá para fazer todo a pé, basta um pouco de disposição e um bom tênis; e no outro peguei o ônibus turístico, que é uma ótima alternativa para ir aos pontos que ficam muito distantes.

Curitiba a pé

Passei pela Rua XV de Novembro, mais conhecida como Rua das Flores, que é um calçadão cheio de (adivinhem?) flores.

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Nessa região fica o Bondinho, que funciona como uma biblioteca infantil (pena que estava fechado, achei a ideia superoriginal); a Praça Tiradentes, onde fica a belíssima Catedral de Nossa Senhora da Luz; Passeio Público, que é um parque com zoológico; Memorial Árabe; Centro Cívico, sede dos poderes do Estado do Paraná.

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Fui ao Largo da Ordem, onde aos domingos acontece sempre a Feirinha (que de ‘inha’ não tem nada) do Largo, com muitas barracas de artesanato, bijouterias, lembrancinhas diversas, comidas delicinha, quadros e muita gente bacana/alternativa. Eu amo um feira local, né? Comi, comprei, vi coisas lindas e me diverti.

Depois, de ônibus, fui à Praça do Japão, que fica um pouquinho mais distante, mas é um lugar diferente que vale muito a pena.

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Ônibus turístico

Não tenho muito o hábito de fazer uso desses ônibus turísticos. Mas, em Curitiba, foi uma ótima escolha, principalmente porque os principais pontos turísticos ficam bem distantes uns dos outros.

O ticket da Linha Turismo custa R$ 45,00 e dá direito a cinco embarques (contando o primeiro, quando você entra no ônibus), ou seja, é possível descer em quatro pontos. A compra é direto no ônibus, no primeiro embarque.

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Mesmo nos que você optar por não descer, dá para apreciar ao passar por eles. Fiz cinco lugares e, depois do último, voltei para o hostel num ônibus comum. Não lembro a ordem exata, mas foram eles:

Jardim Botânico

Cartão postal da cidade, impossível deixar de ir. Peguei uma época (fevereiro) em que estava superflorido e bem verdinho desde a entrada.

A sensação de ir ao Jardim Botânico é quase como estar fora do Brasil. Lindo demais!

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Ópera de Arame

Estava fechada para reforma ou algo do tipo, mas, ainda assim, é um local que vale conhecer. A construção é bem bonita, tem muito verde, cachoeira.

E do lado da Ópera de Arame fica a Pedreira Paulo Leminski, local para shows e eventos, cujo nome homenageia o poeta curitibano que eu amo!

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Museu Oscar Niemeyer

Tem algumas partes abertas ao público e exposições itinerantes, que são pagas. Fora que o Museu do Olho, como também é chamado, por si só já é uma atração incrível de tão lindo, bem no estilo das obras de Niemeyer.

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Parque Tanguá

Impressionante como a cidade tem áreas verdes. Muitas, em vários pontos diferentes, e todas elas enormes. E as pessoas frequentam os parques, o que deixa o clima mais legal. Dá vontade de passar o dia todo!

Ele é enorme, cada canto que você vai tem algo diferente para apreciar. Amei!

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Torre Panorâmica

A altura equivale a um prédio de 40 andares (colei do Google), de onde é possível ter uma visão de 360 graus da cidade.

Foi uma forma bacana de encerrar meu passeio, vendo do alto da Torre os lugares pelos quais tinha passado.

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Os outros pontos pelos quais a Linha de Turismo passa são: Praça Tiradentes, Rua das Flores, Rua 24 horas, Museu Ferroviário, Teatro Paiol, Mercado Municipal, Teatro Guaíra, Paço da Liberdade, Memorial Árabe, Centro Cívico, Bosque do Papa, Bosque Alemão, Universidade Livre do Meio Ambiente, Parque São Lourenço, Parque Tingui, Memorial Ucraniano, Portal Italiano, Santa Felicidade, Parque Barigui, Setor Histórico.

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Trem de Curitiba para Morretes

Fiz esse passeio de trem e gostei demais. O trem sai do terminal rodoferroviário de Curitiba e a passagem pode/deve ser comprada com antecedência pela Internet,no site da Serra Verde Express. O trajeto é lindo, descendo a Serra do Mar…

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Outra recomendação válida é fazer a volta de ônibus, que é mais barato e mais rápido. E é bom comprar a passagem logo que se chega a Morretes. Mas a principal recomendação de todo mundo que já foi lá é almoçar o famoso barreado, um prato típico. Aqui neste post conto melhor como foi.

Para ler ouvindo:

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