Paris é uma festa!

Embora eu não tenha ido a nenhuma. ¯\_(ツ)_/¯ Para minha viagem talvez fosse melhor dizer que Paris é um museu a céu aberto. O que não deixa de ser uma festa, por que não? Obras de arte, parques, pontes, monumentos, construções… O que acho mais legal da cidade, apesar do metrô maravilhoso e enorme, que atende a todas as áreas, é fazer o máximo possível a pé, pois o trajeto de um ponto turístico a outro, por si só, já é um passeio incrível.

Você pode ler aqui meu diário de bordo:
Paris, je t'aime!

Acho que eu não conseguiria resumir tudo nem que eu fizesse um site inteiro só para isso. Pessoalmente, então, é difícil concentrar muitos programas em pouco tempo, porque em cada lugar dá vontade de ficar horas, dias, para sempre talvez.

Sou suspeita? Sim, muito. Mas, voltando aos pontos turísticos, é possível encaixar o essencial de Paris em três ou quatro dias, que foi o tempo que fiquei. Compartilho abaixo minhas dicas.

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Pontos turísticos de Paris

– Torre Eiffel: Imprescindível. O melhor local para fazer lindas fotos da Torre é saltando na estação de metrô Trocadero (que eu insisto em pronunciar ‘trocadêro’, mas em francês, claro, é ‘trrrocádêrrô’). De lá, é só atravessar a rua para subir. Tenha paciência, porque as filas são longas. Mas vale a pena. Lá de cima a vista de Paris é fantástica.

paris-dicas– Arco do Triunfo: Só é possível chegar nele de forma subterrânea. Não dá pra atravessar a rua. Marinheira de primeira viagem, fiquei um bom tempo tentando, pensando, quase me jogando, até entender. O túnel é todo iluminado e cheio de out doors internos.

– Avenida Champs Elysées: Cada centímetro quadrado mais caro que o outro: Louis Vitton, Hugo Boss, Peugeot, Renault, Loja da EuroDisney. E todas as lojas lindíssimas. Vale entrar em cada uma delas, mas só para fazer turismo mesmo (a título de curiosidade, a bolsa menorzinha da LV era mais cara que a minha passagem ida e volta para Paris).

– Rio Sena: O rio corta a cidade e, ao andar pelas ruas, vira e mexe a gente passa por ele e por várias das pontes que há em Paris, umas moderninhas, outras antigas, mas todas incríveis. Fiz também um passeio de barco que foi muito legal, pois tive uma vista da cidade por outro ângulo. Em suas margens há pessoas fazem piqueniques e, em alguns pontos, aulas de dança de diferentes ritmos. No verão há também um trecho com praia artificial, areia, cadeiras, gente de biquíni e tudo mais.

– Museu do Louvre: Enorme e fascinante. Sua obra mais famosa é a Monalisa, e é um empurra empurra digno de grandes shows até conseguir vê-la de perto. É importante ter em mãos um mapa do museu, mas é importante, principalmente, saber entender esse mapa e se guiar. Eu, depois de horas perambulando, apreciando todas as obras de arte, não conseguia achar a saída. Rodava, rodava, e voltava sempre para as catacumbas egípcias. Achei que ficaria lá para sempre!

– Jardim de Tuileries: É o local onde fica o Museu do Louvre, mas é muito mais que isso. Um espaço verde, enorme, florido (tá, fui no verão), com estátuas, às margens do Sena. Ideal para sentar no fim do dia, apreciar a vista, fazer um lanche.

– Museu d’Orsay: Fica em frente ao rio Sena e tem uma fachada linda, que vi quando fiz o passeio de barco. Como não é muito grande, é possível ver a maioria das obras de arte, de artistas consagrados.

– Museu George Pompidou: Diferente dos outros dois citados, é um museu moderno, todo envidraçado, que abriga diversas exposições, biblioteca, teatros e de onde se tem uma vista panorâmica da cidade.

– L’Hôtel de Ville: É onde funciona o governo municipal de Paris desde 1357 (colei essa do Google). Uma construção superimponente que fica numa praça grande onde acontecimentos históricos já aconteceram.

– Catedral de Notre Dame: Foi um dos primeiros locais que visitei na cidade, assisti até um pedaço da missa, aí cochilei. Em estilo gótico, é uma das mais antigas da França. Tem os vitrais mais lindos que já vi. E por fora é maravilhosa. É possível também comprar um ingresso para subir até o alto das torres e ver de perto as gárgulas (que me dão medo inclusive de longe).

– Pantheón: Mais um monumento lindíssimo! Construído no século 18, já foi igreja e, atualmente, é lá que estão os restos mortais dos grandes homens franceses.

– Sorbonne: Apenas passei pelo local, não entrei. Mas um dia ainda entro, faço matrícula, sento na sala de aula e estudo lá!

– Quartier Latin: Região de Paris onde há muitas universidades e também muitos barzinhos e locais descolados ou, dependendo da área, opções mais sofisticadas e caras. Vale a pena bater perna para conhecer.

– Hôtel des Invalides: Um lugar bem interessante, relacionado ao exército, é onde estão as cinzas de Napoleão. Sedia o Musée de l’Armée e tem um belo jardim em volta.

– Champs de Mars: É uma imensa (mesmo!) área verde, com árvores, bancos, esculturas, espaços para crianças e uma vista da Torre Eiffel diferente da que se tem do Trocadéro. O local é muito usado para piqueniques e, eventualmente, sedia grandes shows.

– Place de la Bastille: Um marco da Revolução Francesa, local onde aconteceu a chamada tomada da Bastilha, em 14 de julho, data que se tornou feriado na França. A construção original foi demolida e, atualmente, um de seus principais monumentos é a Coluna de Julho.

– Igreja de Sacré Coeur: É o ponto turístico mais famoso do bairro de Montmartre. Subir suas escadarias tira o fôlego de qualquer um. Tem um ‘bondinho’ (não sei o nome certo, não fui), mas vale a pena subir a pé. Faz parte do passeio.

– Jardin du Luxembourg: Meu lugar preferido no mundo. O lugar mais lindo de todos que já fui! Foi uma passagem tão rapidinha, já estava meio que anoitecendo e parecia que ia chover. Mas foi tempo suficiente para que eu ficasse completamente encantada por cada mínimo detalhe. Impossível descrever!

– O que não fiz: Palácio de Versailles. No dia que tinha planejado ir choveu e acabei mudando os planos. Fica para a próxima (porque se tenho uma certeza nessa vida é que haverá uma próxima vez em Paris!!!)

Para ler ouvindo:

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