Check-in 17 – Janeiro/18

E eu que pulei o check-in de dezembro? Pela primeira vez desde que comecei a escrever aqui. Se vale uma justificativa, diria que fim de ano, além de ser corrido, é uma época que fico meio “assim assim”. Inferno astral, talvez. Aí o ano novo chega, logo coladinho meu niver passa e daí pra frente eu entro mesmo numa energia nova (pode ser só uma questão de acreditar, mas, se eu acredito, então tá valendo). E 2018 começou dando pinta de que vai ser bom.

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Na playlist

Ouvi um trecho na chamada do GNT, achei lindo, fiquei com um trechinho na cabeça e ia procurar depois pra saber que música era. Nisso um amigo (olhaí a sincronicidade) me mandou o link. Desde então, não consigo mais parar de ouvir. O clipe é lindo, acho Johnny Hooker e Liniker duas figuras tão maravilhosas – mais que isso, necessárias nesse mundo atual. E a letra é um hino, né! Fala sobre intolerância e, ainda que seja sobre uma questão específica, acho que a mensagem vale para tudo. “Ninguém vai poder querer nos dizer como amar”.

Na mídia

Li na Revista Vida Simples, minha companheira de sempre, um texto escrito pela coach Paula Abreu, que propõe uma reflexão sobre o medo e sobre os porquês dos nossos medos. Segundo ela, todo e qualquer tipo de medo só existe quando a gente se desconecta do momento presente, seja por algo que aconteceu realmente no passado e não traz boas lembranças ou por algo futuro que obviamente nem aconteceu, mas que a gente fica pensando que pode acontecer. “Se você conseguir ficar conectado com o agora, o medo não existirá.” Fez muito sentido pra mim, mas isso de me conectar com o agora é algo que preciso colocar mais em prática. Meta de ano novo!

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Na cabeceira

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Comecei a ler “Mulheres sem nome”, de Martha Hall Kelly (Editora Intrínseca) em um sábado à tarde e já no terceiro capítulo eu estava mergulhada nas histórias de três mulheres durante o período da segunda guerra mundial – respectivamente uma americana que trabalhava como voluntária auxiliando refugiados; uma médica alemã apoiadora das ideias de Hitler; e uma adolescente polonesa. Fui lendo, lendo, quando vi eram 2h30 da madrugada. Me obriguei a dormir. Domingo às 8h já tinha acordado e a primeira coisa que fiz foi pegar o livro, ansiosa por saber mais sobre aqueles destinos que, em algum momento, se cruzariam (não é spoiler, tá na orelha). Quando terminei, vi que já passava das 11h e eu ainda não tinha tomado café da manhã. Adoro essa sensação de ser absorvida para dentro de uma história, aquele misto de querer terminar logo e, ao mesmo tempo, querer mais e mais. Recomendo!

Na necessaire

Coloquei na carteira para não levar sempre comigo o meu cartão de vacinação de febre amarela. Com tantos casos acontecendo, alguns lugares mesmo dentro do Brasil estão exigindo. Então, por precaução, acho melhor ter sempre à mão. Outra coisa que carrego e uso o tempo todo é o repelente. Não dá pra ficar sem – não só pela febre amarela, mas dengue, zika e essas coisas todas causadas pelos mosquitos e que, no verão, acontecem com mais frequência. Vamos nos cuidar!

Na mesa

Foi em dezembro, mas, como não publiquei – e como não tive nenhuma experiência gastronômica em janeiro – tá valendo. Vi por acaso no Facebook sobre um sanduíche de pão de queijo e, como boa mineira que sou, pirei! Precisava experimentar. Era do “Macho Gourmet”, que é itinerante e estaria num evento em Botafogo. Fui lá só para isso e valeu a pena. Escolhi um de carne assada com bacon, queijo, enfim, todas essas coisas que explodem o colesterol, mas que de vez em quando fazem um bem danado pra vida!

Na wishlist

Ainda não tenho calendário de 2018. Não ganhei, não comprei e, embora use muito o do celular como agenda, preciso de algo mais visível. Por enquanto o que fiz foi salvar uma imagem e colocar como fundo de tela no computador, assim tenho acesso o tempo todo. Mas quero um bacana e, procurando, achei esse Calendário Feminista da Think Olga, que tem ilustrações feitas por mulheres (uma diferente por mês), com foco no autocuidado e na importância de sermos generosas com nós mesmas, e cuja renda é revertida para projetos de empoderamento feminino.

Feliz por…

Há quem diga que o ano começa somente depois do Carnaval. Pensando assim, bate até uma vontade de estar relax esse período e só lá na frente voltar a pensar nas coisas sérias. Mas a caprina aqui não consegue. E, quer saber? Que bom! Já fiz tanta coisa esse mês que às vezes parece até que o ano já começou há tempos. Só aqui no blog lancei os dois programas em vídeo (projeto que vim trabalhando desde o ano passado e que estou feliz de colocar em prática), criei uma categoria nova para falar de assuntos diversos que não apenas viagens, comecei uma fase nova do #MaisFelizNoRio com depoimentos de personalidades que têm a cara da cidade, fora outras coisas que pintaram. Foi um mês bem bem bem positivo! Sei lá, parece que quando o inferno astral passa tudo flui! E que bom que flui! A julgar por janeiro, 2018 vai ser lindo!

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