Comida mineira: um tour por bares e restaurantes de Brumadinho

A cidade de Brumadinho, em Minas Gerais, é famosa por ser a sede do Inhotim. Muita gente faz apenas um bate e volta de Belo Horizonte para passar o dia visitando o museu – eu mesma fiz dessa forma. Mas a proposta do projeto “De rolê por Brumadinho”, que convidou a mim e a outros produtores de conteúdo para uma press trip na cidade, é exatamente mostrar que há muito mais coisas para fazer na cidade e na região.

Uma delas é comer bem – o que é praticamente sinônimo de comida mineira, né gente! Juro que não estou puxando saco por eu ser de Minas, mas é que não tem mesmo comparação… eheheh Nessa viagem foram quatro dias (e três noites) e em cada um tivemos experiências gastronômicas diferentes, em bares, restaurantes e outros lugares.

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Onde comer em Brumadinho

Pub Crawl

Na primeira noite fizemos um tour para conhecer alguns bares da cidade. Esse passeio é oferecido pelo Pub Crawl Brumadinho às quartas e sábados. São três bares. Fomos no Komboza (Av. Vigilato Braga, 278). Depois no Hashtag (R. Rio São Francisco, 196), que tem mesinhas na praça, ao ar livre, funcionários simpáticos e petiscos muito bons. Por fim, no Dom Quixote Snooker Bar (R. Hélio Solha Maia, 16), que funciona em um galpão, tem mesas sinuca, uma ótima trilha sonora com rock nacional e petiscos muito bem servidos. Para fazer esse tour é só agendar e a guia Stephanie acompanha por seis horas – sendo duas em cada bar, com direito a uma caipirinha ou cerveja em cada. Valor: R$ 20,00 (com os drinks/cervejas já incluídos, acompanhamentos pagos à parte).

Restaurante Ponto Gê

A noite seguinte teve um jantar no Restaurante Ponto Gê (R. Itaguá, 350), que funciona nos fundos da casa da Dona Gê, responsável pela culinária mineira com toques internacionais contemporâneos, feita no fogão a lenha e com sabor caseiro. Tradicional, mas também com pratos diferentes. Tinha costelinha, pernil de lata, uma banana com molho de morango e pimenta que tava divina, um espaguete feito de mamão maravilhoso, outras opções de carnes, suflês, legumes, e sobremesas típicas como goiabada, doce de leite, doce de mamão. Para beber, um suco de limão com ervas bem refrescante.

Dona Gê é uma pessoa maravilhosa que, depois de passar por um momento muito difícil, deu a volta por cima colocando todo o seu amor na cozinha. Dica mais que recomendada – mesmo se for fazer só um bate e volta, deixe pra voltar mais tarde e aproveite para jantar. As mesinhas com forro de chita dão um charme mais especial. Valor: R$ 40,00 e pode comer à vontade (duvido que você vai resistir a repetir pelo menos uma vez).

Almoço no Quilombo

No terceiro dia teve o passeio à Comunidade Quilombola, que já contei aqui. Lá almoçamos um franguinho com ora-pró-nobis com arroz, angu e feijão, tudo feito pela dona Leide. E sucos naturais de acerola e de couve, tudo direto do quintal. Valor: R$80,00 (esse é o preço do passeio pelo Quilombo, com o almoço já incluído).

Café da manhã

O último dia também começou mineiríssimo, com uma oficina de pão de queijo na Casa da Horta (R. Via Coletora, 53 ), que é um AirBnb com horta no quintal e café da manhã. A Telma nos ensinou a receita que tem uns toques diferentes, como o uso de creme de leite e, principalmente, a forma de misturar os ingredientes. E o melhor, claro, foi depois esperar o pão de queijo assar e ver que o resultado ficou delicioso. No café da manhã tinha também uma broa de milho, que repeti nem sei quantas vezes. Quem me conhece sabe como eu sou louca por coisas de milho!!!

Churrasco de peixe

Depois do café da manhã, seguimos para a Cachoeira dos Carrapatos no Distrito de Piedade do Paraopeba, onde ficamos até a hora do almoço: um filé de peixe assado na brasa lá na hora e servido com arroz, farofa e suco de limão. Delícia! E um ambiente superbom, visual bonito, árvores fazendo uma bela sombra…

Pena que estávamos com horário, ainda tínhamos de voltar para BH e o retorno de algumas pessoas era à tarde, então foi um almoço mais corrido, mas muito bom! Valor: R$ 45,00 (com seu próprio carro, ou R$ 50,00 com carro oferecido pela equipe).

Restaurante no Inhotim

E teve ainda o almoço durante a visita ao Inhotim. O Restaurante Oiticica é o mais em conta, com buffet a quilo. Fica à beira do lago em frente à obra “Magic Square”, de Hélio Oiticica, que são uns paredões coloridos. Nos dias que fui, havia diversas opções de salada e três tipos de massa. Não tirei foto de nada, porque a fome era tanta… rs De sobremesa, recomendo a palha italiana, que vem em pequenos pedaços em um potinho, como se fossem balas. Valor: cerca de R$ 43,00/quilo (bebidas e sobremesas pagas à parte).

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Hostel Moreira

Nossa última noite na cidade foi com um tropeiro, que não pode faltar em uma viagem a Minas Gerais, né. Jantamos no Hostel Moreira e estava uma delícia. Para os vegetarianos, tinha a opção de supremo de couve flor, mas não cheguei a provar. De presente, ganhamos uma geleia de goiaba com pimenta que eu amei!

Mais informações e agendamento dos passeios:
Instagram: @derole_por_brumadinho
Whatsapp: (31) 98646-9064

Participantes da Press Trip “Brumadinho além de Inhotim”: Mariana Viaja, Kari Desbrava, Mulheres Viajantes, Na estrada com as Minas, Sou+CariocaRodas nos Pés, Foco no Mundo, Canal Errei, Eu sou à toa, Ideias na Mala, Diário de TuristaHypeness, Revista de bordo Azul Magazine

Realização: De Rolé por Brumadinho. Apoio: Hostel 70, Hostel Moreira, Bar Hashtag, Komboza Bar, Dom Quixote Snooker Pub, Pub Crawl Brumadinho, Junior Cesar Guia, Casa da Horta, Restaurante Ponto Gê Inhotim, BatuqueNatividade, Brumavip Turismo e Prefeitura de Brumadinho.

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