Check-in #24 – Outubro/18

Quando postei o check-in de agosto, que abrangeu também julho, prometi para mim mesma que não ia deixar acumular novamente. E agora aqui estou, no fim de outubro, postando uma dobradinha com setembro. Não deu e é a vida… Sem cobranças. Se serve de justificativa (e serve), foi um período de mudança real/oficial. Vim do Rio para o Espírito Santo, sozinha. E foi sozinha que encaixotei tudo, que vi apartamento, que arrumei transportadora, que cancelei e recontratei internet e várias outras coisas que uma mudança demanda, além da questão de adaptação – essa eu acho que tiro de letra. O blog ficou parado, agora estou retomando. Mas no meio de tudo isso teve muito mais!

Para ler meu check-in dos outros meses clique aqui.

Na playlist

Silva já apareceu por aqui e vai continuar aparecendo, pq né? Muso e músicas sempre muito delicinhas. E agora que eu estou morando na terra dele, me sinto quase amiga e tenho ouvido ainda mais. Aliás, essa letra tem uma frase que eu adoro e que combina com essa fase. “Vim de outra cidade, eu sou da estrada”… O ritmo é ótimo, Silva é sempre bom de ouvir.

Na cabeceira

check-in-24-outubro-18-cabeceiraNem sei como eu ainda não tinha lido esse clássico da escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie. “Sejamos todos feministas”, Grupo Companhia das Letras. Todo mundo sempre falava, mas só agora fui ler. É um livro bem rapidinho (e baratinho), na verdade é meio que uma transcrição de um discurso que ela fez. Então dá para devorar de uma vez. É uma linguagem simples, esclarecedora, acho excelente para quem quer entender melhor, esclarecer alguns pontos e, principalmente, se livrar de pré-julgamentos que muita gente ainda tem. Não é voltado só para mulheres, é para todo mundo. O conteúdo é um basicão sobre feminismo, o que significa ser feminista no século XXI, porque o feminismo é essencial para libertar homens e mulheres, com base nas próprias vivências. Muitas coisas que muitas de nós já até sabemos, mas que é sempre bom ler de novo, pensar de novo.

Na mídia

O Huffington Post, um dos sites que mais costumo ler notícias, lançou esse ano (já tem um tempinho) uma série de matérias sobre mulheres inspiradoras. A ideia do projeto é celebrar as mulheres do Brasil o ano inteiro, assim, todo dia tem uma história nova de protagonismo feminino em diferentes áreas. Mulheres que recomeçaram, que encontraram seus espaços, que se (re)encontraram, que sobreviveram, que promoveram alguma mudança no mundo ou ao seu redor. Ainda não li todos os textos, geralmente vejo quando estou no Twitter, mas aos poucos estou indo atrás das que perdi, porque cada relato é uma emoção, uma inspiração. Eu, que modestamente faço aqui no blog esse trabalho de empoderamento através do compartilhamento de experiências minhas e de outras mulheres que viajam sozinhas, gosto muito de acompanhar. Aliás, as indicações aqui este mês/bimestre estão bem girl power, viu. Mas é minha praia, é algo que acredito e quero que seja assim cada vez mais. Quem quiser acompanhar as matérias também, aqui neste link tem todas as publicações.

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Na telona

Depois de muito tempo fui ao cinema. Escolhi “Nasce uma estrela”, do Bradley Cooper (meu gêmeo de dia de aniversário, só que uns anos mais velho), com ele e a Lady Gaga – aliás, como ela é linda sem estar “montada”, né? Sobre a voz, nem preciso falar. O filme é a história de um casal de cantores – Jackson Maine já foi muito conhecido, mas sua carreira está decadência e ele se afundando nas drogas; Ally está começando a carreira e se tornando famosa. Tem momentos fofinhos e amorzinhos, momentos de querer dançar (a trilha sonora é demais), tem momentos tensos com a relação dos dois abalada por essas diferenças nas suas trajetórias, tem hora de chorar também. Esta é a quarta vez que a história é contada nos cinemas – a primeira versão é de 1937, depois 1954, 1977 com Barbara Streissand e agora. Amei muito, é lindo!

Na mala

Olha só que loucura e talvez até haja uma certa contradição, mas quando a gente se muda, quando a gente faz e refaz malas com todos os pertences da vida, a gente percebe o que é ou não essencial. Como diz aquela música dos Paralamas, jogar coisas fora, ver o meu passado passar por mim, a casa (e a vida) ficam bem melhor assim. Então nem é bem uma dica do que levar na mala, como propõe essa coluna – até porque a mala desse mês teve de um tudo – mas só pra lembrar que de tempos em tempos vale dar uma olhada em tudo o que a gente tem, achar peças/itens que estão esquecidos e que podem ser úteis – para você ou outra pessoa.

Na mesa

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Foto: Reprodução/Site Cacau Show

Venho num processo de reeducação alimentar por uma série de fatores, então não sei nem se cabe aqui como “na mesa”, porque no dia a dia tenho sido bem contida, sem carboidratos e sem açúcar, portanto sem sair para comer fora ou ir a restaurantes e lanchonetes, pelo menos até estar tudo direitinho como eu me propus. Mas aí a pessoa que não fica sem doce faz como? Se rende à outras opções, mais amargas, como esse tabletinho 85% da Cacau Show. No início estranhei, mas me acostumei e hoje digo com tranquilidade que acho bom! Fica a dica para quem não pode ou não quer comer os tradicionais.

Na wishlist

Focada em coisas para a casa nova. Trouxe minha mudança, mas morava em um conjugado e agora são dois quartos, uma sala que realmente pode ser chamada de sala. Então tenho uma listinha do que quero ter e, vira e mexe, vejo alguma outra coisa – malditos algoritmos que fazem as redes nos mostrar exatamente aquilo que queremos. Entre móveis, utensílios e itens decorativos, esse tapetinho da Imaginarium me conquistou. Logo logo vai estar no meu quarto, porque quando é pra pisar (em todos os sentidos), a gente tem que pisar com vontade, certo?

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Foto: Reprodução/Site Loja Imaginarium

Feliz por

Fazendo limonada com os limões – ou sobre ver o lado positivo das coisas. O período eleitoral foi conturbado, polarizado, muito dividido e com muita gente destilando preconceitos e intolerância. Alguns afastamentos foram inevitáveis, não por política, não desfaço amizades por isso, mas sim porque não consigo ver com os mesmos olhos quem tem “valores” tão diferentes do que eu acredito e defendo. Mas vamos fazer a Poliana e jogar o jogo do contente. Quantas pessoas esse período nos trouxe! Quantas com quem não tínhamos proximidade agora estão juntas na luta! Quantas de quem já éramos próximas agora estão com os laços estreitados! Quantas passamos a admirar! Quantas que nunca nem vimos, mas cujos pontos de vista nos acalentaram! Quantos abraços virtuais e reais! Com quantas passamos a poder expressar nossos pensamentos e desejos! A dividir nossas dores e nossas lágrimas! A somar nossas forças! A lamentar nossas decepções e a rir dos memes! Gente que tem amor e respeito ao próximo, que exerce a empatia,o que mais a gente precisa? Só posso sentir gratidão! Como meu caminho ficou mais feliz por saber que tem tanta gente assim!

Para inspirar…

E para ilustrar tudo o que falei acima, a arte da mineira Thereza Nardelli viralizou nas redes sociais. Foi lindo ver as timelines tomadas por essa imagem que é forte e, ao mesmo tempo, delicada, e passa uma mensagem positiva, de todo mundo se ajudar, se apoiar, de acolher, estar do lado em momentos difíceis, nos fortalecendo um ao outro, segurando as mãos mesmo. Ninguém solta. E sigamos juntos!

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