Um dia de cada vez – solidão em tempos de pandemia
A xícara escorrega da minha mão e, antes dela se estraçalhar no chão, acordo no susto. Ainda ofegante vejo que são 23h. Tinha sido só um cochilo na ilusão de que ia conseguir dormir mais cedo. Ou que ia conseguir dormir. Apenas. Dia 19 de sei lá quantos que ainda virão. Daqui de dentro eu olho o mar e o céu e agradeço por esse privilégio. Não faz muito tempo (e por muito tempo) eu morava em um espaço apertado,...










