“Um reencontro comigo mesma” – por Élida Santos
“Viajar sozinha sempre foi um sonho. Vivenciar a solitude e não a solidão. No cotidiano, nos acostumamos com o uso da palavra solidão e pouco (quase nada) usamos solitude. Uma fala da dor e a outra da glória de estar sozinha. Esta última nos permite perceber o tempo, o espaço,o silêncio, nos permite aquele encontro marcado com nosso eu mais profundo, que tanto evitamos. E encontrar-se consigo mesma é uma das tarefas mais grandiosas e difíceis que foi destinada ao...










